domingo, 26 de dezembro de 2010

Os povos de Angola

No princípio da comissão, o 4º GC da CART 3451, ficou na Damba, reforçando a actividade da CCS. Nessa altura, fizemos várias saídas, a povos recônditos como o Quinjingo e Tema nessa altura, encontrámos povos em estado muito primitivo.

Ao chegarmos ao Quinjingo, não havia população, foi aparecendo lentamente, gente com muitos ornamentos, coisas espetadas no nariz, orelhas, queixos, etc.
As crianças aproximavam-se da tropa, disputavam as latas vazias da ração de combate, descobri que o faziam porque as usavam para fazer uma espécie de candeeiro de iluminação.
Foram enriquecedoras essas primeiras saídas, vivi e apreciei situações diferentes, da África profunda. As pessoas eram afáveis e pacificas apesar do isolamento do mundo civilizado.

2 comentários:

  1. Acho muito estranho toda essa parafrealia nos povos do Congo, não faz parte da sua cultura. Eu estive na Damba convosco, e estava também um Grupo de Combate da 1102 que estava aquartelada no Bembe. Estive adido a vossa unidade (CCS), e fui no 1º escalão de rendição. Pertencia ao ATmA- Agrupamento de Transmissões de Angola, e fui com a missão de reorganizar as Transmissões do Batalhão. Regressei a Luanda com o vosso ex-2º Comandante o então Major Pinho Simões de gratas recordações. Fiz parte do Contingente Angolano e era Furriel Miliciano de TSF. Cumprimentos

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    1. Provavelmente, não conheceu a Africa profunda. Furriel de transmissões, conheceu a Damba e pouco mais... se tivesse visitado o Tema e o Quinjingo teria outra visão da população.

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