terça-feira, 30 de outubro de 2012

Até sempre companheiro





Faleceu em Lourosa, sua terra natal, o nosso companheiro Oliveira,  cozinheiro do rancho.
O funeral realizou-se hoje, dia 30 pelas 16h00 em Lourosa, em representação de todos os companheiros da CART 3451, estiveram presentes o Marques e esposa, Azevedo, Egídio, Santos Silva, Mota, Ribeiro e esposa, Primo Fernandes e Nogueira que apresentaram condolências à família e participaram no funeral.

O Oliveira era um homem bom, calmo, trabalhador, amigo de todos.

Na foto, tirada no nosso ENCONTRO 2012, o Oliveira está na fila de trás, de camisola verde batendo palmas, ao lado do neto que sempre o acompanhava e apoiava..

Até sempre Oliveira.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A mata demolidora...

A mata era terrível, o ambiente hostil à nossa tropa... mosquitos, bicharada, ração de combate, eram ingredientes demolidores. Na nossa zona, havia sítios muito bonitos, paradisíacos até, pena terem sido conhecidos naquelas circunstâncias... vivi na serra da Mucaba, uma tremenda tempestade tropical, superior aquilo, seria o diluvio.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A jangada do Coji

 
Todos os companheiros se lembram da jangada do Coji, nela atravessávamos o rio para a margem esquerda, a caminho de Carmona. Neste local, tínhamos um destacamento.
Mais tarde, tivemos a ponte, construída pela JAE, com a protecção da CART 3451. Havia imensa fauna na zona, ao fim da tarde, chegava o hipopótamo, ao lamaçal da outra margem, o Malaquias nunca se esquecia de me informar da sua chegada. Passeavam à nossa volta aves, elefantes e outra bicharada de grande porte, sempre vivi intensamente essas situações...era fantástico.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Na Lembôa com o Brás

Na Lembôa com o Brás, almoçando no varadim da messe. O sítio era agradável, fazia calor, a humidade atmosférica era elevada, as Cucas e as Nocais não podiam faltar.
O Brás aparece raramente nos ENCONTROS, penso que contínua a viver em Mira, temos de o mobilizar...

terça-feira, 9 de outubro de 2012

O cais de Alcântara

Era do Cais de Alcântara que os militares portugueses partiam rumo ao desconhecido. A partida era dolorosa, o choro das famílias no cais, fazia-se ouvir, lá longe. O pessoal da CART 3451 foi no Vera Cruz, a viagem demorou 10 dias, o navio ficou ao largo, o desembarque foi no dia seguinte, havia cólera em Angola.