terça-feira, 23 de dezembro de 2014

NATAL 2014

    
Para todos os companheiros e amigos um SANTO E FELIZ NATAL.
 
 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Ferreira


Um homem com sorte, pisou uma mina anti pessoal e ficou bem...grande companheiro e bom amigo.
 

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Ferreira


Não desapareceu em combate...sabemos onde está, mas nunca respondeu aos contactos...um dia, gostávamos de o rever.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Nogueira


Bem comportado, bom amigo, ao invés de jogar "poker", dormia nas traseiras do "14"... natural de Recarei-Paredes, nunca falta aos ENCONTROS anuais.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O Arouca


Grande condutor... depois da campanha africana, voltou à sua terra natal... sempre presente, em 2012 organizou o ENCONTRO anual.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

"Miko iko"


Ainda com cara de menino, o "Miko" foi para a guerra...agora, é avô... como o tempo passa.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Grande "Beka"

 
Angola chamou por ele...voltou e constituiu uma bonita família. Grande abraço, companheiro. 

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

A jangada do Coji

 
A jangada do Coji... era assim que se atravessava duma para a outra margem...o rio Coji, tem cor de barro e muita bicharada, desagua mais abaixo, no rio Lucunga. 


sábado, 22 de novembro de 2014

Eu

 
Jovem, com cabelo e muita vontade de regressar a casa...depois de tanto tempo perdido...

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

"O RECO"

 
"O RECO" companheiro sapador, reforço da CART 3451 para a construção do depósito. Lisboeta de gema, esperamos voltar a vê-lo em Braga, no ENCONTRO 2015.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Rua do Uíge

 
O nosso companheiro Beka visitou o Uíge, tirou esta foto na rua do Hotel Apolo, tudo parece como dantes.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Cunhal Patrício

 
Ribatejano de gema, com nome explosivo... por sua causa, um ministro foi ao Vera Cruz...ultimamente aparece pouco, temos de o mobilizar

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

O Fafe

 
O Álvaro Pacheco, natural de Fafe e residente no Barreiro, conhecido entre nós pelo nome da sua terra...enfermeiro no Lucunga, sempre ligado ao mundo da bola. Pousando na foto ao lado dum jogador do Amora...grande FAFE.  

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O Pinto

 
Outro companheiro Pinto sempre presente nas reuniões anuais...minhoto de gema e bom garfo, não vai faltar no ENCONTRO 2015.

sábado, 18 de outubro de 2014

Adriano Reis Pinto

 
O nosso companheiro Adriano Reis Pinto, sempre presente nos encontros anuais, está em forma e capaz de grandes missões...muito namoradeiro...em Março, voltaremos a revê-lo.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

O Sousa e o crocodilo

 
O caçador foi o Guerra... na foto, o Sousa em cima do bicho que era enorme, o local, a fossa da ferrugem.



quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O Beka no Uíge (Carmona)

 
Quem diria, após tantos anos... o Beka com a sua filha ao colo, no local imprevisível que todos conheceram, o restaurante em frente ao ex-Hotel Apolo.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

"Falcão carioca"


Os Falcões voaram para longe, estão na Europa, na África, nas Américas norte e sul...um virou "carioca" o Zé Ernesto (Pereira da Silva).

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O construtor do depósito




O Afonso Ribeiro da Silva, natural de Guimarães foi o principal construtor do depósito no Lucunga. Esta obra, ainda hoje perdura, dada a sua sólida construção, nem a guerra civil dos angolanos a derrubou...a CART 3451 deixou marcas em Angola.

domingo, 24 de agosto de 2014

O Nunes das transmissões


O Nunes é um companheiro das transmissões sempre bem disposto, nunca falta aos encontros anuais, um grande FALCÃO . Aquele abraço.

sábado, 9 de agosto de 2014

O Falcão Ribeiro

 
Francisco Fernando Alves Ribeiro de Lordelo-Guimarães.
Este companheiro e amigo do 1º GC está sempre presente nos nossos encontros anuais, vem regularmente ao nosso blogue.
Quando é necessário dá-nos preciosas informações de companheiros a quem perdemos o rasto.
Grande abraço, Ribeiro.
 

sábado, 26 de julho de 2014

O Jovino de Moledo


O Jovino aparece em todos os encontros anuais, é natural de Moledo do Minho onde contínua a viver...na época, comprava-me no contrabando fronteiriço, umas garrafas de "Pedro Domecq" a
19$00, como o tempo muda...o seu pai trabalhava em Viana na altura em que fizemos o IAO, acompanhava a preparação do pessoal, com interesse...bom companheiro e amigo... grande Jovino.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

As férias no "puto"

Era tempo de partir para férias no "puto" como diziam os colonos... em pano de fundo a sanzala na pista, eu e o Sousa (famoso António Júlio) eufóricos, a caminho da civilização... as malas estavam prontas a embarcar, o "escribas" ultimava as formalidades habituais, na asa da aeronave...finalmente, o Lucunga iria ficar para trás.

terça-feira, 15 de julho de 2014

O nosso blogue

 
 
 
 
 
 
 
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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Évora-Terra do Lopes

 
Estive em Évora, participando nos MASTERS de Verão em natação. Os resultados desportivos foram bons, vou conseguindo manter o físico em ordem, isso é ótimo.
 
Lembrei-me do nosso companheiro Lopes, natural de Évora que,  contínua sem aparecer... era um craque no Póker, famoso nas redondezas do Lucunga, ganhava a todos, fazendeiros e militares...um dia, esperamos saber dele.
 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

quarta-feira, 25 de junho de 2014

O craque da 3451

 
O craque da 3451, Santos Silva, de Perosinho-Vila Nova de Gaia. Fazíamos grandes jogos no Lucunga, com calor escaldante, a nossa juventude aguentava...o Santos Silva destacava-se...para recuperar, bebíamos umas CUCAS bem  fresquinhas. 

domingo, 22 de junho de 2014

O comandante da falcoaria 3451

 
O comandante da falcoaria 3451, Francisco Gil da Silva, no Encontro 2014, em Lousada.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Os anos do Falcão Machado

 
O Amadeu Antunes Gomes Machado, natural de Vila Verde  e residente na Bélgica, R. Daubresse, 35 - 6040 JUMET, faz hoje anos. Este nosso companheiro, para mim o herói da CART 3451, conduzia o 1º unimog da coluna de reabastecimento que regressava à Lembôa quando, num golpe de visão fantástico, detetou um movimento de terra na picada e não hesitou, atirou com a viatura para o capim. Com este procedimento, evitou que os 9 camaradas que conduzia fossem dizimados por uma  mina anti-carro. Fazemos votos que esteja feliz, junto da sua família luso-belga e que goze muitos anos de vida com saúde.  
 

domingo, 15 de junho de 2014

Falcão luso-brasileiro

 
O Almoxarife da Confraria dos Saberes e Sabores da Beira Grão Vasco, recebeu o título honorário de cidadão do Rio de Janeiro, pela câmara dos vereadores do RJ - Brasil. Só os bons são distinguidos, todos os Falcões ficam orgulhosos. 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Picada Songo-Lucunga


(clicar na foto)
 
Estrada Songo-Lucunga. Foto actual enviada pelo nosso companheiro Beka.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

A partida para a guerra


(clicar na foto)
Após o desfile na Avenida de Viana do Castelo embarcámos no comboio para uma viajem noturna, até ao cais de Alcântara, houve paragens pelo caminho para as derradeiras despedidas, em Nine, Porto, Coimbra e Entroncamento. De madrugada embarcámos no Vera Cruz, rumo ao desconhecido, no norte de Angola.

terça-feira, 27 de maio de 2014

O período de formação


O 4º GC, em período de formação, no RAP2, em Vila Nova de Gaia. Após este período seguimos para Viana do Castelo onde ficámos instalados no Forte de S. Julião da Barra. Nesta fase ainda não tinham chegado os especialistas, o Firmino (Miko), o Sousa, o Matos e o Esteves.

sábado, 24 de maio de 2014

O Raul

 
O guia Raul, acompanhava o pessoal na mata... entre outras coisas, avisava da proximidade de animais, logo que avistava os pássaros que lhes comiam os parasitas. Vivências curiosas e enriquecedoras.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

domingo, 18 de maio de 2014

Já foi notícia... é uma tristeza...

Esta notícia, é uma tristeza...para quem não se lembra, a casa da direita é o "Solar do Prákistâo" .

Aulas em escombros coloniais no  Lucunga                                                                    

                                                                              
 
Por causa da falta de salas de aulas na comuna de Lucunga, município de Bembe, província do Uíge, uma boa parte das crianças recebe lições diárias sob o céu aberto, dentro de alguns escombros, que datam do tempo colonial.
E, quando chove, as aulas têm de ser interrompidas.
Curiosamente, a situação ocorre mesmo na zona adjacente à administração comunal da vila, não muito longe da representação das autoridades tradicionais, onde a nossa reportagem abordou o chefe do sobado, Pedro Almeida, que ressaltou a vontade do povo do Lucunga, cuja preocupação consiste em não deixar nenhuma criança fora do sistema de ensino.
“O importante é não deixar nenhuma criança sem estudar, porque nós já não tivemos sorte de nos formar”, alegou, adiantando que ele e a sua comunidade estão dispostos a qualquer situação, ainda que seja entrar na mata, arrancar paus e capim, para construir uma sala de aulas. O caso não obrigou os moradores do Lucunga a deambular pelo mata adentro, mas forçou-os a transformar três compartimentos de estruturas totalmente destruídas pelas guerras que assolaram a região em possíveis salas de aulas, acrescentando, desta forma, três turmas a cada turno.
A iniciativa foi da secção da educação local.
“Foi por isso que decidimos transformar esses espaços destruídos pelas guerras em salas”, explicou, recordando que a capacidade da escola construída pelo governo não responde à demanda da comuna, que cresce de forma muito assustadora.
Neste contexto, o soba reconheceu que a população do Lucunga aumenta de dia para dia, tendo admitido que
a procriação, para o seu povo, chega mesmo a ser encarada como um meio para diminuir a pobreza.
“A maior parte das pessoas aqui pensa que tendo muitos filhos, pelo menos um vai ser rico, outro estudioso e outro ainda bom em negócios, precisou.
Certo de que o Executivo tem sido notificado sobre a realidade populacional do Lucunga, bem como dos indicativos da evolução dos habitantes da região, o soba da comuna classificou o esforço do Governo Provincial como insuficiente, recomendando, por isso, a Paulo Pombolo e aos seus colaboradores directos que se dediquem mais a rever os dados estatísticos enviados por municípios, comunas, aldeias e quimbos, que ao controlo que à população diz respeito.
Importa referir que o Lucunga é a comuna mais habitada do município do Bembe, ao ponto de superar, neste contexto, a própria sede municipal.
Aliás, a vila apresenta uma arquitectónica habitacional mais evoluída do que a das outras paragens do Bembe, isso sem esquecer o seu povo, que se revela com um espírito de querer vencer as dificuldades, investindo na educação e saúde, ainda que por meios próprios, como fez saber o ancião.
Por isso, não espanta que Pedro Almeida, o administrador comunal e os responsáveis do ensino do Lucunga, para além de fazerem nascer salas de aulas dos escombros da guerra, estejam a arriscar o ensino secundário do II Ciclo, vulgo ensino médio, mesmo com o reconhecido factor da falta de professores.
“Este ano lectivo implementámos a I0 ª Classe, para não esperarmos mais pelos professores do concurso público, que muitas vezes nem chegam a ser encaminhados para a comuna”, disse, tendo revelado ainda a intenção de ver os seus filhos partirem do Lucunga para a sede do Uíge, apenas para frequentarem o ensino superior, que o ancião até gostaria de ver na sua terra natal.
A sede da comuna possui apenas uma escola com os níveis primário e secundário do I Ciclo, o que permite às crianças da área frequentarem da 1ª à 9ª Classe. Antes da instrução nos escombros, o processo de ensino-aprendizagem desenrolava-se em apenas seis salas da única escola da sede comunal.
No entanto, já existiam salas feitas pela comunidade nos bairros da cercania.
Há três anos na liderança do poder tradicional da vila de Lucunga, Pedro Almeida, que sucedeu no cargo ao seu irmão Cássia Dongala, está cansado de promessas do governo do Uíge, pelo que apela aos homens do pelouro para se pautarem por um sentido de compromisso com base na sinceridade.
“Até fizemos pedido de chapas de Zinco, a fim de cobrir os escombros, mas nem para tal fomos tidos ou achados”, contou, desabafando que, na pior das hipóteses, a solução tem passado por “andar através de meios próprios”.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Os meninos do Lucunga


 
Por onde andarão os meninos do Lucunga ? Recordo-me, o de cima era sobrinho do Raúl .

sexta-feira, 9 de maio de 2014

O transmontano é o Boby

 
O Boby era um companheiro atirador, transmontano de gema, da região de Valpaços, apareceu em alguns ENCONTROS, infelizmente já faleceu, paz à sua alma...era um homem bem disposto e sempre disponível, todos gostavam dele.
 A informação foi-nos transmitida pelo nosso amigo e companheiro Ribeiro. 

terça-feira, 6 de maio de 2014

O Karl Marx da Companhia


Este companheiro barbudo, condutor da CART 3451, tem ar de filósofo, um autêntico Karl Marx, sempre presente nos ENCONTROS dos FALCÕES.

sábado, 3 de maio de 2014

Cascais novo e Cascais velho


 
A qualidade das fotos não é famosa, é a possível, nelas temos o Cascais, o companheiro que vivia perto do nosso ponto de partida para África, o cais de Alcântara.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

O Capristano do 4º GC

 
O Capristano, companheiro de Cabo Verde, julgamos a viver na Holanda, também é lembrado  nos ENCONTROS anuais.

domingo, 27 de abril de 2014

II Entronização da Confraria Grão Vasco, Rio de Janeiro



Na II Entronização da Confraria Grão Vasco, Rio de Janeiro o FALCÃO Pereira da Silva (Zé Ernesto) em evidência. Esperamos rever este nosso companheiro no próximo encontro em Braga.


quinta-feira, 24 de abril de 2014

25 de Abril SEMPRE

Se bem me recordo, o Cor. Andrade da Silva fez um tirocínio na Mucaba, CART 3450 e posteriormente foi elemento chave na Revolução dos Cravos, o email no rodapé foi enviado pelo nosso companheiro e amigo João Celestino da CART 3450. Parece-me interessante assistir à reportagem do Fala Portugal da TV Record
Bom dia Sr. Coronel,
A reportagem irá para o ar amanha,( 25 Abril) pelas 19h30, no Fala Portugal, da TV Record. Se tiver Zon ou Meo é o canal 171.
Espero que seja do seu agrado
Depois diga-me por favor, se gostou
Melhores cumprimentos e muito obrigado pela sua disponibilidade
Catarina Gomes

João Celestino

segunda-feira, 21 de abril de 2014

O grande Lameiras



 
Alentejano de Cabeça Gorda-Beja, a viver no Algarve, este companheiro aparece raramente nos ENCONTROS mas, nunca é esquecido.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

terça-feira, 15 de abril de 2014

O PROBLEMA É DOS CAPITÃES DE ABRIL

 

= O PROBLEMA É DOS CAPITÃES DE ABRIL=

Ainda bem que a dona Esteves não quer os Capitães de Abril a discursar no Parlamento.
A dona Esteves lá tem as suas razões, ela não quer misturar Homens dignos e de valor com escumalha da pior espécie.
Dona Esteves, o problema não é dos Capitães de Abril. ...
O problema é do Povo que tem que gramar uma coitada, armada em dona do pedaço, vomitando asneiras, sem peso nem medida;
O problema é do Povo, que anda adormecido e não reage;
O problema é do Povo, que está cavando a sua própria sepultura;
O problema é do Povo, que não tem dinheiro para comer;
O problema é do Povo, que está desempregado e sem quaisquer perspectivas de trabalho;
O problema é do Povo, que tem de trabalhar mais de 40 anos para ter uma reforma de miséria;
O problema é do Povo, que está a pagar à dona Esteves uma reforma de 7 mil Euros, porque "trabalhou" 12 anos!...

Dona Esteves, só porque os Capitães de Abril nos livraram de 40 anos de ditadura, só porque nos livraram da injusta Guerra em 3 frentes, só porque nos deram a possibilidade de poder expor as nossas ideias sem sermos presos, só porque nos devolveram a dignidade e a liberdade há muito perdida, quem se julgam eles para ter o direito de falar no Parlamento, ao lado de pessoas, de extraordinário valor intelectual, como a dona Esteves?

Dona Esteves, mantenha a sua palavra, não deixe os Capitães de Abril discursar, eles poderiam dizer verdades que não lhe agradassem e isso poderia causar-lhe (a si, governo e presidente da República) um desconforto escusado!


Autor, o meu amigo;