Em Angola, os concursos de beleza são uma constante desde o tempo colonial.Desta vez, podemos apreciar, a preto e branco, uma beldade do nosso tempo, além de miss Angola penso que também foi miss Portugal, Riquita era o seu nome.
A Companhia de Artilharia 3451, pertenceu ao Batalhão 3860, cumpriu comissão de serviço, durante a guerra colonial, no Lucunga, norte de Angola, entre 1971/1974.
Em Angola, os concursos de beleza são uma constante desde o tempo colonial.
Há companheiros que nunca mais deram notícias, o Ferreira é um deles embora tenha sido localizado e contactado em Lisboa, nada disse.
O relacionamento da tropa com a população do Lucunga era amistoso, as crianças eram acarinhadas por todos.
O açoriano Cardoso este ano, não teve dia de aniversário dado que, nasceu em 29 de Fevereiro. Grande abraço para este companheiro da ilha Terceira que conte muitos com saúde e felicidade.
Mais uma foto na mata, algures no norte de Angola.
Os artilheiros da Cart 3451 são sensíveis à beleza angolana, para seu regalo aqui temos mais uma pose da nova miss Angola 2011, Leila Lopes.
Quando passávamos por Luanda, não deixávamos de ir ao cinema.
Quando as companhias militares chegavam a Angola e quando se preparavam para regressar instalavam-se no Grafanil. Era um campo militar enorme, com casernas de prateleiras de cimento que serviam de camas com um cobertor, situação incrível...o que os militares portugueses sofreram.

Foto do bairro de Alvalade e sua piscina, em Luanda, local chique da burguesia da cidade.
Mais uma foto do Firmino, desta vez podemos apreciar as mulheres do Lucunga, bonitas vestidas com os seus garridos panos do Congo.
Vista parcial do Lucunga. Se ampliarmos a foto, podemos ver mais claramente, o Teixeira Lopes e o Correia.
Mais uma foto do MIKO, sempre pronto para jogar à bola, agora, este malandreco, dedica-se à pesca...faz bem também é salutar.
Mais uma equipa de companheiros, a foto é do Firmino (Miko) e foi tirada antes de mais um jogo de bola na Lembôa.
Em cima, da esquerda para a direita temos; Matos, Firmino, Andrade e Cabral
em baixo, da esquerda para a direita; Veiga, Brás, menino da Lembôa e Capristano
Na Lembôa vivia o civil Cardoso que, perto do fim da nossa estadia, regressou a Mortágua, sua terra natal, safou-se a tempo...viajou até Luanda, na GMC azul claro de caixa aberta, onde transportava a bagagem. Na ida para a Damba, aproveitou a coluna militar, não fosse o diabo tecê-las... O comerciante Cardoso era simpático, quando tinha hortaliças e um peixe jeitoso, convidava-me para almoçar...era agradável, normalmente, comíamos no varandim da sua casa. Sempre que me cruzava com uma carrinha igual à dele, lembrava-me do Cardoso da Lembôa, o que será feito dele ?